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5#O-monoteísmo-como-mercado-que-exila-a-Alma-do-Ser

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Subtítulo:  O fim da pessoa humana se dá neste monoteísmo de mercado e tem como consequência um exílio da Alma no espaço aonde ele não mais povoa.  De que ambição tem o mercado a não ser a fome de ser absoluto?! Tens o Ser esta fome? É impressionante os desencontros entre o Ser e sua experiência contemporânea com o “mercado”. A proposta imagética de sedução de consumo treinam no Ser um olhar desprezado de crítica.   O Ser não mais se investiga e o mercado – em seu anonimato, vai ocupando espaço na construção de diálogo que exterioriza o Ser de si-mesmo; e na mesma mão o aproxima de povoar um mundo onde a resolução não mais ocorre, por estar e vir embalada destituída de conflito.   No desfecho da narrativa, ele – o mercado, ou alguém - apelidado de ninguém, testemunha a sua escolha, que do Ser não provém. O Ser estabelece no processo uma dificuldade que des-enfrenta sua impessoalidade, consequência da ação do mercado. Este ato permite situar o Eu do ...